Jogos que desapontaram em 2019

E3, Nintendo Direct, Destination PlayStation… Diversos são os eventos durante o ano dedicados aos jogos eletrônicos, ocasiões nas quais as empresas anunciam seus lançamentos.

Os jogadores nivelam suas expectativas pelos vídeos teasers, informações compartilhadas e até mesmo a credibilidade das empresas, assim como acontece com os jogos de cassino.

Entretanto, por diversos motivos, nem sempre os jogos entregam aquilo que prometem ou atingem as expectativas criadas inicialmente. Vamos conferir 12 exemplos!

Days Gone

Days Gone abre nossa lista como um jogo que parecia ter tudo a seu favor. Como exclusivo do PlayStation 4, o jogo prometia emoção frenética e ação constante, colando o jogador em situações decisivas ao lado de sua fiel motocicleta.

Entretando, Days Gone acabou por entregar uma experiência confusa. Além de não trazer nenhuma originalidade, ainda apresenta jogabilidade travada e mecânica abaixo da média.

Left Alive

Left Alive foi outro título que tinha muito a oferecer. Por ser um spinoff, já tinha uma base de fãs que estava interessada em ver como a abordagem mais furtiva desse jogo se destacava da série principal.

Quando chegou a público, porém, o jogo foi muito criticado por seus controles rígidos e uma curva de dificuldade absurdamente íngreme, impulsionada, principalmente, pelos controles mal trabalhados.

Travis Strikes Again: No More Heroes

Travis Strikes Again era para ser uma história paralela na série, uma maneira de atrair os fãs até a chegada do próximo título da série principal.

Com uma trama confusa, o jogo foi criticado por ser repetitivo, colocando o jogador para vencer ondas e ondas de inimigos, sem um objetivo muito desenhado, e níveis longos e carregados.

Jump Force

Jump Force chamou a atenção por reunir um elenco de estrelas dos animes e mangás, como Goku, Luffy e Naruto, em um jogo de luta no melhor estilo Smash Bros.

O jogo não honrou o peso do seu “elenco”. Mesmo com tanta diversidade de personagens, tudo parece não passar de skins, há falta de combos e movimentos mais bem trabalhados para cada personagem.

Anthem

Anthem foi um dos jogos que mais movimentou a comunidade, tanto no seu anúncio quando na decepção de seu lançamento. E não é só a gente que acha, não!

Falta de trabalho narrativo, recursos presentes nos trailers que nunca chegaram ao produto final… São apenas alguns exemplos que decepcionaram os jogadores.

Crackdown 3

Crackdown 3, apesar de seu personagem bem trabalhado, não apresentou grandes avanços e melhorias em relação a seus antecessores.

O jogo, apesar de divertido, já chegou ao mercado com mecânica e jogabilidade marcadas, além do fraco enredo e problemas no modo coperativo.

Harry Potter: Wizards Unite

Harry Potter: Wizards Unite foi um dos jogos que quis repetir o sucesso de Pokémon Go. Com mecânica parecida, o jogo exagerou um pouco na maneira como apresenta seu conteúdo, assustando àqueles que não tem tanta familiaridade com a franquia de livros e filmes.

Borderlands 3

Vamos deixar uma coisa clara: Borderlands 3 não é um jogo ruim. Porém, foi um dos títulos que sofreu com o excesso de hype.

A alta expectativa de muitos jogadores acabou não sendo atingida por buracos no roteiro e alguns problemas de jogabilidade. Para aqueles mais casuais, o game pode proporcionar muita diversão.

Wolfenstein: Youngblood

Havia muitas razões para estar animado com Youngblood. O foco em um novo conjunto de personagens proporcionou uma oportunidade para a série abraçar novas formas de contar histórias.

Essa história, porém, é uma mistura de desenvolvimento de personagens pouco ritmado e reviravoltas previsíveis, além de uma IA bastante inexpressiva no modo para um jogador.

The Sinking City

O primeiro trailer deixou os fãs de Lovecraft muito empolgados, mergulhando profundamente nos mitos de Cthulhu.

Embora os elementos narrativos e de resolução de quebra-cabeças do jogo tenham sido bem recebidos, a jogabilidade e o visual não combinam com a ambiciosa narrativa proposta.

Rage 2

O marketing de Rage 2 foi seu principal inimigo ao prometer um jogo incrivelmente eletrizante e recheado de ação.

Embora a mecânica de tiro do jogo tenha sido muito elogiada, Rage 2 falhou em satisfazer quase todos os outros departamentos, apresentando um enredo básico e microtransações relativamente inúteis. Isso, sem falar no mau uso do ambiente aberto.

Pathological 2

O primeiro Pathologic foi um pouco confuso, mas sua mistura de ideias interessantes transformou esse jogo em um clássico cult.

Sua continuação é um jogo cheio de conceitos brilhantes que se atolam pela execução de má qualidade. A mecânica de sobrevivência escolhida acaba com boa parte da diversão.

E você, qual jogo te decepcionou esse ano?

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