8 funções inúteis dos automóveis modernos

Portas automáticasFonte: Pixabay

Ao mesmo tempo em que a tecnologia trouxe diversos avanços importantes nos últimos anos, como smartphones e internet de alta velocidade para acessar cassinos online no Brasil, a tecnologia também proporcionou certos recursos dispensáveis, como no caso dos automóveis modernos, que saem de fábrica com algumas funções consideradas bastante inúteis.

Confira a seguir exemplos de funções desnecessárias, que na maior parte dos casos servem somente para aumentar o valor de mercado dos veículos.

1. Câmbio borboleta

O câmbio borboleta (do inglês, paddle shift), é uma variação do câmbio automático na qual a troca de marchas é feita através de duas abas que ficam atrás do volante. Esse modelo parece ter sido inventado para dar ao motorista a sensação de alterar as marchas sem precisar usar o câmbio característico dos veículos manuais. Contudo, por não ser completamente automático ou manual, a verdade é que esse tipo de automóvel não agrada a maior parte dos consumidores, tornando essa função bastante desnecessária.

2. Puxador de engrenagem digital

Essa é uma das funções incorporadas pelas montadoras para tornar o design do automóvel mais hi-tech, e não para melhorar a experiência do motorista, como um todo. Impreciso e frágil, o puxador de engrenagem digital não apresenta nenhuma vantagem quando comparado ao puxador tradicional.

3. Controle com painel tátil

O controle com painel tátil é mais uma tentativa das montadoras em tornar os automóveis mais modernos e futuristas, pois a intenção com essa ferramenta é permitir que os motoristas controlem vários comandos do veículo, como música e temperatura, com um simples toque de dedos. Porém, na prática esse controle não tem a precisão esperada e não é tão simples de ser utilizado enquanto o motorista está dirigindo, o que torna o seu uso uma opção que compromete a segurança do veículo.

Características do carro não utilizadoFonte: Pixabay

4. Controles de ventilação por tela tátil

O controle da ventilação do veículo através da tela tátil é outra modernidade, que apesar de parecer inovadora, acaba sendo uma complicação para uma tarefa que poderia ser muito mais simples. Antes controlada através de um simples girar de botões, a ventilação por tela tátil exige que o motorista desvie a atenção do volante para entrar no respectivo menu, escolher a opção correspondente e só a partir de então controlar a intensidade da ventilação, o que implica em mais tempo despendido nesse comando.

5. Controle através de gestos

O conceito por trás do controle através de gestos é bem interessante, pois em tese permitiria que os motoristas atendessem uma chamada ao gesticular com o braço ou trocassem a música que está tocando com um simples gesto de dedos. Todavia, a identificação dos gestos pelo sistema ainda não é tão precisa, e muitas vezes exige repetições até ser compreendida, o que não a torna nada prática. Por conta disso, os motoristas acabam ignorando essa funcionalidade e realizando o controle de forma manual, através dos botões do painel, fazendo com que o recurso seja dispensável, pelo menos por enquanto.

6. Portas automáticas

Enquanto o porta-malas automático é uma adição interessante, pois muitas vezes as pessoas estão com as mãos ocupadas quando o utilizam, as portas automáticas, por outro lado, são tão desnecessárias que chegam a ser constrangedoras. O gesto de utilizar a maçaneta para abrir e fechar a porta do motorista e do carona leva poucos segundos e não dá qualquer trabalho ao ponto de precisar ser automatizado. Sendo assim, essa é mais uma invenção inútil e desenvolvida com o intuito de tornar o automóvel mais caro.

7. Cinto de segurança automático

Entre os recursos mais inúteis já adicionados em automóveis, o cinto de segurança automático é sem dúvidas um dos principais, pois o ato de colocar o cinto manualmente leva poucos segundos e não custa nenhum esforço aos ocupantes de um veículo. Quando foi introduzido na década de 80, alguns chegaram a considerar essa função interessante, mas não demorou muito tempo para que percebessem que a lentidão exigida pelo cinto automático, além de ser algo incômodo e propenso a falhas, tornavam esse recurso completamente dispensável e supérfluo.

8. Telas de entretenimento no banco traseiro

Consideradas como uma funcionalidade de luxo nos anos 90, as telas de entretenimento instaladas no banco traseiro rapidamente perderam o seu valor com a chegada dos tablets e smartphones. Nos dias de hoje, esse recurso acabou se tornando desnecessário, pois faz com que o veículo seja vendido por um preço be, mais caro, e ao mesmo tempo não apresenta a mesma qualidade e variedade de comandos que os modelos de tablet e smartphone vendidos atualmente.

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